RESUMO DO LIVRO DE JUÍZES.
O Livro dos Juízes é o sétimo livro da Bíblia hebraica e do Antigo Testamento da Bíblia cristã.
Os chamados Juízes maiores são: Otoniel (3,7-11); Eúde (3,12- 30); Débora (4,1–5,31); Gideão (6,1–9,57); Jefté (10,6–12,7); Sansão (13,1–16,31). Deles se relatam ações detalhadas e cheias de heroísmo e de crueldade. O primeiro juiz nomeado é Otoniel, que serve de intro- dução para os demais.
Apesar de não trazer nenhuma declaração explícita sobre de quem seja a autoria, ela é atribuída a Samuel. Neste tempo surgiram os líderes militares conhecidos como “Juízes” que foram levantados por Deus, e por isso o governo deles não era hereditário.
Para evitar a desunião religiosa e política do povo hebreu, o sistema de organização política dos hebreus foi posteriormente sucedido pelos juízes, que controlavam as questões militares e religiosas do povo hebreu. Entre os principais juízes estavam Jefté, Gedeão, Sansão e Samuel.
O tema das histórias separadas é a libertação, por parte de Iahweh, através de um "juiz".
A sua função não é tanto a de determinar a justiça segundo a lei, mas sim a de restaurar a justiça; assim, o seu papel é o de difundir o direito da parte ofendida e vingá-lo. Ele é concebido como um líder carismático.
O livro dos Juízes foi assim chamado por causa dos vários governantes, chamados “juízes” (Juízes 2:16–19), que são as figuras centrais do livro. Em geral, esses juízes eram mais líderes militares e guerreiros do que pregadores da retidão (ver o Guia para Estudo das Escrituras, “Juízes, Livro dos”).
Eúde ou Eud, também chamado de Ben‑Gera, foi o segundo juiz de Israel seguinte a Otniel. Ele era filho de Gera, da Benjamim, e era canhoto.
A palavra Juízes sifnifica: Magistrado que administra justiça. 3. Árbitro.
Os juízes menores eram provavelmente simples chefes de tribos, aos quais o compilador deu depois o título de "juiz". O critério usado no Deuteronômio organiza as histórias em um ciclo de pecado, castigo, arrependimento e libertação.
O livro de Juízes conta a história de Israel entre a morte de Josué e a escolha de Samuel como profeta. Algumas das histórias são estranhas, trágicas ou contêm elementos repugnantes, fazendo-nos perguntar como os israelitas puderam ser tão iníquos.
O livro dos Juízes, como o conhecemos hoje, é obra do redator deuteronomista, possivelmente da época do exílio babilônico do século VI a.C. É provável que tenha havido um texto pré-deuteronomista, com tradições nortistas e narrativas mais antigas de heróis, com datação do século VIII e VII a.C.
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